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sábado, 26 de abril de 2014

Núcleo Cunha do Parque Estadual da Serra do Mar realiza 6ª Exposição Pinheiro Brasileiro – Araucaria angustifolia

Foto: Divulgação FF
Para celebrar a presença marcante da Araucária na economia e paisagem da
Estância Climática de Cunha, o Núcleo Cunha do Parque Estadual Serra do Mar, realizará, entre os dias 26 de abril e 31 de julho, a 6ª Exposição “Pinheiro Brasileiro - Araucaria angustifolia”.

A abertura oficial ocorrerá às 10h do dia 26, no Centro de Visitantes da Unidade de Conservação e prevê ainda apresentações culturais, como a Orquestra Violeiros de Cunha - Projeto Violas na Praça (OSCIP Caminhos de Cunha) e Congada do Bairro Sertão de Santa Bárbara. Neste dia, também acontece Exposição e Premiação do Concurso de Desenhos dos alunos da ”E.M.E.F Benedito Aguiar Santana, que tem como tema “Os animais que se alimentam do Pinhão e Paisagens da Araucária”.

A programação traz ainda atividades como tirolesa, rapel e slackline, voltadas para crianças, além de uma oficina de desenhos nas trilhas, com a participação do artista plástico Felipe Zuñiga, trilhas monitoradas e outras brincadeiras.

Entre as outras atrações do evento estão culinária e artesanato, criados com as mais diversas técnicas, que apresentam relação com a araucária, tais como esculturas, peças utilitárias de cerâmica, bem como fotografias e pinturas em óleo sobre tela.

Sobre o parque

O PESM é administrado pela Fundação Florestal, instituição vinculada à Secretaria de Estado do Meio Ambiente. O Núcleo Cunha protege importantes remanescentes de Floresta Atlântica, atua sistematicamente na educação ambiental e se constitui na melhor alternativa para o ecoturismo da região. A região apresenta alta relevância ambiental por suas áreas legalmente protegidas e mananciais de abastecimento para o Vale do Paraíba e Litoral Norte do Estado de São Paulo.

O Centro de Visitantes do PESM – Núcleo Cunha fica na Estrada do Paraibuna, km 20, Estância Climática de Cunha-SP. Para mais informações ligue: (12) 3111-181/2353, ou escreva para:pesm.cunha@fflorestal.sp.gov.br.

Fonte: Assessoria de Comunicação - Fundação Florestal

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Captura do peixe Mero está proibida até 2015

Foto: Kadu Pinheiro
A Fundação Florestal, por meio de suas unidades de conservação marinhas, vem buscando apoiar a proteção e conservação do peixe Mero (Epinephelus itajara). Segundo Instrução Normativa Interministerial (INI) nº 13, de 16 de Outubro de 2012 - de autoria dos Ministérios de Pesca e Aquicultura e de Meio Ambiente – até 2015, está proibida a captura nas águas jurisdicionais brasileiras, bem como o transporte, a descaracterização, a comercialização, o beneficiamento e a industrialização desta espécie, que está ameaçada de extinção.
 Apesar disso, o peixe continua sendo visado, por fatores como o tamanho, a qualidade de sua carne, o valor comercial e a facilidade de captura. Por seu temperamento dócil e sua grandiosidade, o peixe mero (Epinephelus itajara) é um alvo fácil, principalmente para pescadores da modalidade subaquática, com arpão. 
Infração ambiental em Unidade de Conservação
Recentemente, a equipe de fiscalização do Parque Estadual Ilha Anchieta (PEIA), em Ubatuba, registrou um Auto de Constatação de Infração Ambiental (ACIA) relativo à prática de pesca dentro dos limites do Polígono de Interdição de Pesca que circunda a ilha. Na ocasião, foi constatado que o casal de mergulhadores praticava a pesca submarina com uso de arpão e haviam acabado de arpoar um peixe mero de cerca de 60 kg.
Os infratores tiveram seus equipamentos apreendidos e peixe foi doado a uma instituição assistencial do município. A ação contou com o apoio da Polícia Ambiental. O processo foi encaminhado ao Ministério Público e os autuados responderão criminalmente por pescar uma espécie ameaçada de extinção e por estarem pescando em área de exclusão de pesca.
O Mero
Conhecido popularmente por mero, canapú, bodete, badejão, merete e merote, este peixe, pertence à família dos serranídeos, chega a pesar entre 250 kg a 400 kg e medir até três metros. São alvos fáceis, pois além de ser uma das maiores espécies de peixes marinhos, não temem a presença humana. Essas características fazem do mero, uma das espécies mais susceptíveis à captura na modalidade de pesca submarina, que lhe agrega alto valor comercial e desportivo.
Orientações aos pescadores
Os indivíduos capturados de forma incidental devem ser devolvidos inteiros ao mar, vivos ou mortos, no momento do recolhimento do aparelho de pesca, seguido de registro nos Mapas de Bordo (INI Nº 26/ 2005). A captura só será permitida para fins de pesquisa científica, porém esta deverá ser devidamente autorizada pelo órgão ambiental competente.
Os infratores estarão sujeitos à detenção de um a três anos, multa, ou ambas as penas cumulativas (Lei Nº 9.605 de 12/02/98 e Decreto Nº 6.514 de 22/07/08). As embarcações, pescadores profissionais ou amadores, e indústrias de pesca que atuarem em desacordo com as medidas estabelecidas nesta INI, terão cancelados seus cadastros, autorizações, inscrições, licenças, permissões ou registros da atividade pesqueira.
Fonte: Assessoria de Comunicação

terça-feira, 22 de abril de 2014

Fundação Florestal discute implantação de novo núcleo do Parque Estadual da Serra o Mar

MEIO AMBIENTE: No último de 08 de abril, a Fundação Florestal (FF) realizou uma reunião sobre a implantação de um novo núcleo no Parque Estadual Serra do Mar (PESM). Trata-se do Núcleo Padre Dória, como será chamado, e abrangerá parte das cidades de Salesópolis, Biritiba Mirim e Paraibuna, e tem como um dos objetivos de desenvolver o turismo na região, especialmente a atividade de Ecoturismo no PESM.
Estiveram presentes na reunião o Diretor Executivo da FF, o Dr. Olavo Reino Francisco, seu assessor, o Luís Fernando Feijó, e a Ana Lucia Wuo, a Ana Bolagno, o Anderson Morais e o Leanderson Pires Ribeiro da Associação Lar Terra de Salesópolis.
Homenagem

O nome do novo Núcleo do PESM, Padre Dória, é em homenagem ao Padre Manuel de Faria Dória, responsável pela construção da Estrada Dória, que liga as regiões do Vale do Paraíba ao Litoral Norte Paulista, além de ser fundador da cidade de Salesópolis.
Fonte: Assessoria de Comunicação Fundação Florestal

22 de abril: Dia da Terra

"Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos e, esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta".
Autor Desconhecido


sexta-feira, 11 de abril de 2014

2014 - Ano Internacional da Agricultura Familiar


O ano de 2014 foi declarado pela ONU como Ano Internacional da Agricultura Familiar.  A proposta  é promover uma ampla discussão e cooperação mundial para aumentar a conscientização e entendimento dos desafios que os pequenos agricultores enfrentam. O debate também pretende ajudar a identificar maneiras eficientes de apoiar a agricultura familiar.

De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), no Brasil, há mais de quatro milhões de estabelecimentos familiares rurais, que são responsáveis por 33% do Produto Interno Bruto (PIB) Agropecuário e 74% da mão de obra empregada no campo.  Em apenas dez anos, a renda do setor cresceu 52% a partir de políticas públicas que fortalecem a produção e o desenvolvimento.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Defeso da Tainha no Litoral Norte

Foto: Divulgação Fundação Florestal
No período entre 15 de março e 15 de agosto, segundo a Instrução Normativa do IBAMA N° 171, de 09 de maio de 2008, a pesca do peixe tainha (Mugil platanus Mugil liza) está proibida em todas as desembocaduras estuarino-lagunares do litoral das Regiões Sudeste e Sul. A medida inclui os territórios das Áreas de Proteção Ambiental Marinha do Estado de São Paulo, nos litorais: norte, centro e sul.
A partir do dia 15 de maio, a temporada anual da pesca da tainha será aberta somente no litoral, permanecendo fechada até 15 de agosto nas desembocaduras estuarino-lagunares. Define-se como “desembocaduras estuarino-lagunares”, as áreas entre 1000 m da boca da barra para fora (em direção ao oceano), a 200 m à montante da boca da barra (para dentro do rio), e de 100 m de extensão nas margens adjacentes às desembocaduras dos estuários.
Fora do período de defeso
Para que a pesca seja feita de forma sustentável, algumas regras  devem ser observadas fora do período de defeso. O comprimento total mínimo da tainha para captura é de 35 cm (Portaria N° 73/03-N, 24/11/2003). A pesca é permitida somente para embarcações permissionadas para a captura de tainha e que atendam às condicionantes da IN IBAMA N° 171, de 09 de maio de 2008.
É importante ressaltar que, aos infratores destas disposições, serão aplicadas as penalidades previstas na Lei n° 9605, de 12/02/1998 e no Decreto n° 3179, de 21/09/1999. 
A Tainha
É uma espécie costeira e migratória, que ocorre desde o Rio de Janeiro até a Argentina. No outono, fugindo das águas frias, inicia a migração do estuário da Lagoa dos Patos/RS em direção ao norte. No Litoral do Estado de São Paulo, a tainha aparece em maior quantidade entre os meses de maio a agosto.
A captura da tainha era uma prática tradicional dos pescadores artesanais, realizada por meio do “arrastão de praia”. Atualmente, a tainha também se tornou uma espécie-alvo importante para a frota industrial que, com a diminuição de outros recursos pesqueiros, passou a capturar espécies anteriormente consideradas acessórias. 
No litoral de São Paulo, o arrastão de praia não é mais utilizado devido à pouca disponibilidade dos cardumes, entre outros fatores. A captura de tainha pela pesca artesanal é feita hoje em dia com rede-de-emalhe.
Espécie sobreexplotada
Atualmente, segundo o Anexo II da IN/MMA N° 05, de 21 de maio de 2004, a Tainha encontra-se sobreexplotada, o que significa que a retirada deste recurso pesqueiro é considerada tão excessiva a ponto de reduzir a sua ocorrência, o potencial de desova e as capturas no futuro. Isso pode levar à extinção da espécie, além de causar impactos ambientais e sociais, prejudicando os próprios pescadores, comerciantes e consumidores. 
Um fato preocupante e que torna essa espécie extremamente vulnerável, é que a maior parte da pesca ocorre durante o período de migração reprodutiva. Dessa forma, o período de defeso garante a proteção da época mais vulnerável do ciclo de vida da tainha, visando à recuperação dos estoques, a manutenção da atividade, a redução dos conflitos e a preservação da espécie.
Não é somente a sobrexplotação que ameaça os recursos pesqueiros. A destruição e poluição dos estuários e manguezais, onde diversas espécies marinhas se reproduzem, tem determinado a diminuição e até o desaparecimento de algumas dessas espécies. 
As APAs Marinhas
A categoria Área de Proteção Ambiental Marinha APAM é um tipo de Unidade de Conservação de Uso Sustentável, que tem por objetivos: compatibilizar a conservação da natureza com a utilização dos recursos naturais; valorizar as funções sociais, econômicas, culturais e ambientais das comunidades tradicionais da zona costeira, por meio de estímulos a alternativas de uso sustentável; assegurar a preservação da diversidade da vida marinha e dos habitats críticos; garantir a manutenção do estoque pesqueiro em águas paulistas; e o uso ecologicamente correto e responsável do espaço marinho.
A conexão entre as áreas protegidas da Mata Atlântica e as do ambiente marinho formam um mosaico de proteção aos ecossistemas que cobrem quase metade da costa paulista.
Administradas pela Fundação Florestal, as APAs Marinhas complementam a proteção ao entorno de unidades de conservação de proteção integral estaduais, como os parques estaduais Serra do Mar, Ilha Anchieta, Ilhabela, Marinho  Laje de Santos, Ilha do Cardoso, e federais, como as estações ecológicas Tupinambás e Tupiniquins. Além da proteção marinha, algumas das mais importantes áreas de manguezais ao longo da linha de costa também são protegidas pelas APAs Marinhas.
Serviço
APA Marinha Litoral Norte:
Rua Esteves da Silva, 510 – Centro, Ubatuba.
Tel. (12) 3832-1397 / (12) 3832-4725


 APA Marinha Litoral Centro
Avenida Bartolomeu de Gusmão, 194 – Ponta da Praia- Santos
Tel.(13) 3261-8323.


 APA Marinha Litoral Sul 
Rua Vladimir Besnard, s/n, Morro São João, Cananéia.
Tel. (13) 3851-1108 / (13) 3851-1163.

Fonte: Assessoria de Comunicação Fundação Florestal