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sábado, 13 de abril de 2013

Falta de procedimento de segurança gerou vazamento em São Sebastião


Foto: Divulgação/Capitania dos Portos

LITORAL NORTE: A Petrobras Transporte (Transpetro) reconheceu que o vazamento de combustível marítimo no píer Almirante Barroso (Tebar), em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, ocorreu porque foi ignorado um procedimento padrão de segurança do sistema.
O incidente ambiental, registrado na sexta-feira (5), atingiu ao menos 11 praias em São Sebastião e Caraguatatuba, e os danos causados são investigados por órgãos como o Ministério Público Estadual, Federal e Prefeitura de São Sebastião.
Em nota divulgada na última sexta-feira (12), uma semana após o vazamento, a Transpetro informou os motivos do acidente ambiental e informou que abriu um procedimento interno para apurar de quem são os responsáveis pelo erro.
Segundo a empresa, o vazamento ocorreu durante a fase pré-operacional de uma tubulação que se encontrava em manutenção desde março. De acordo com a nota, antes de equipamentos voltarem a operar, após a manutenção, há um procedimento padrão, que prevê uma série de verificações para garantir a segurança do sistema.
Entretanto, de acordo com a nota, o procedimento não foi cumprido e uma válvula ficou aberta, o que teria gerado o vazamento. “A empresa iniciou o processo interno de apuração de responsabilidades”, diz trecho da nota da Transpetro.
A empresa informou que a apuração das causas do incidente ambiental foi realizada por uma comissão de investigação. De acordo com a empresa, vazaram 3.500 litros de combustível marítimo --a Prefeitura de São Sebastião contesta a informação e diz que a quantidade é muito superior podendo chegar a até 12 mil litros.
De acordo com a empresa, na quinta-feira (11), durante um sobrevoo com a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), foi constatado que não há mais qualquer resquício do produto na área afetada. A Transpetro informou ainda que mesmo assim o monitoramento será mantido.
Levantamento da Cetesb, mostra que foram registradas 23 ocorrências de vazamento de navios no terminal de São Sebastião nos últimos dez anos. As duas maiores, segundo a base de dados, foram em agosto de 2011, quando foram lançados de 2 mil litros de resíduos no mar, e o da última sexta-feira (5).
Investigação

O Ministério Público Estadual e o Federal abriram inquérito para apurar os danos ambientais causados pelo vazamento. O problema rendeu à empresa uma multa de R$ 10 milhões aplicada pela Cetesb, mas a Petrobras informou que vai recorrer.

O trabalho de contenção e limpeza durou quatro dias e foi concluído apenas na segunda-feira (8). Na quarta-feira (10), uma barreira de contenção de óleo foi encontrada no mangue da praia da Enseada por fiscais da Prefeitura de São Sebastião. De acordo com a prefeitura, a barreira estava encharcada de óleo, a empresa nega.
Fonte: G1 - Vale do Paraíba e Região

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Conheça nosso Litoral: Aquário de Ubatuba


Foto: Divulgação
O Aquário de Ubatuba é um empreendimento privado, fundado em Janeiro de 1996 por  um grupo de oceanólogos. Os mares e Oceanos ocupam mais de 70% da superfície do planeta e são fundamentais para a existência e propagação da própria vida, incluindo a do ser humano.

O Aquário de Ubatuba oferece aos seus visitantes a oportunidade de conhecer de perto um pouco do complexo mundo marinho, tendo entre seus atrativos 12 tanques de água salgada (entre eles um dos maiores tanques marinhos do Brasil, com 80.000 litros), com representantes da fauna local e de outros oceanos.

Espécies

Foto: Divulgação
Entre os peixes da fauna nacional destacam-se coloridos cavalos marinhos e moréias, o tubarão lixa, o curioso peixe morcego, além de garoupas,  baiacus  e  outros  peixes  regionalmente  conhecidos. Os exemplares  exóticos  são  adquiridos  de  importadoras  legalmente registradas junto ao IBAMA, entre eles diversas e multicoloridas espécies típicas de recifes de corais, o peixe leão, o tubarão leopardo do Pacífico. 
Complementando a exposição, vários painéis  fotográficos  explicam  os principais  ecossistemas  marinhos, existindo ainda uma sala com exposição de conchas com exóticos exemplares da fauna malacológica de vários oceanos e terrário com répteis e anfíbios exóticos.

Foto: Divulgação
Atrações

Uma das grandes atrações é o tanque de contato e manuseio que permite o contato entre os  visitantes  e  diversos  exemplares  de invertebrados marinhos, como pepinos e estrelas do mar, ouriços, quítons entre outros, sempre com a orientação de monitor especializado.
O Pinguinário é a mais nova atração do Aquário onde o visitante poderá ver de perto os curiosos e fascinantes Pinguins-de-Magalhães.

Como Visitar?

Aquário de Ubatuba: Rua Guarani, 859 - Itaguá - Ubatuba - SP

Tel:(012) 3834.1382


Funcionamento:  de domingo à quinta-feira, das 10:00 às 20:00 horas. Sexta e sábado aberto das 10:00 às 22:00 horas. 

Valores: R$ 18,00 Inteira - adultos, 

R$ 9,00   Meia - crianças entre 6 e 17 anos, estudantes com identificação e idosos acima de 60 anos. 
Gratuito para crianças até 5 anos

* Dados retirados do Site Aquário de Ubatuba
TURISMO
Rede ManacÁ
Valorizando nosso litoral
Por: Diego Cardoso

Prefeitura do Rio de Janeiro irá multar quem jogar lixo nas ruas

Foto: Reprodução
A Prefeitura do Rio começará em julho a multar quem for flagrado jogando lixo nas ruas da cidade. A medida é baseada em um decreto em vigor há mais de 10 anos, mas que nunca funcionou na prática.

A multas serão emitidas com um computador de mão e através do CPF do cidadão. Quem se recusar a apresentar o CPF ao fiscal poderá ser encaminhado para a delegacia. Segundo o prefeito Eduardo Paes, um fiscal da Comlurb treinado e acompanhado de um guarda municipal irá multar e entregar a infração no ato. 

"Vamos começar pelo centro do Rio de Janeiro, que é uma área mais complexa, que impacta em toda a Região Metropolitana, pela Zona Sul e algumas concentrações comerciais no suburbio", explicou Paes, em entrevista ao 'RJ TV'.

De acordo com a lei, a multa pode variar de acordo com o volume de lixo descartado irregularmente. Quem jogar uma latinha de cerveja na rua, por exemplo, pode ser multado em R$ 157. Já para detritos que ocupem mais de um metro cúbico, a multa pode chegar a R$ 980.

Fonte: Jornal o Dia

terça-feira, 9 de abril de 2013

Pescadores de São Sebastião prevêem prejuízo após vazamento


Foto: Reprodução TV Vanguarda

O vazamento de combustível marítimo na tarde da última sexta-feira (5) em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, preocupa os pescadores da região. Eles acreditam que derramamento, que teve origem no do píer do Terminal Almirante Barroso (Tebar), operado pela Transpetro, subsidiária da Petrobras, terá impacto na produção de mexilhões e na comercialização de pescados.

De acordo com a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), que multou a estatal em R$ 10 milhões nesta segunda-feira (8), 11 praias de São Sebastião e Caraguatatuba foram atingidas pela mancha de óleo. Oito delas, que são monitoradas pela Cetesb, estão impróprias para banho. O órgão informou ainda que uma falha operacional, durante o abastecimento de um navio no píer, foi a causa do acidente ambiental. A quantidade de combustível que vazou da rede ainda não foi dimensionado.

Segundo a Petrobras, a limpeza das praias foi concluída nesta segunda-feira (8), mas os estragos ainda estão sendo calculados. "Toda vez que ocasiona esse tipo de derramamento, ele prejudica a pescaria e o comércio da pescaria, então a gente sente muito.Um exemplo é a tainha e o parati, que são peixes de superfície, esse peixes, quando tem o vazamento, já entram em contato direto com o óleo", explicou o pescador Joselito Eusébio de Moraes.


Pescadores especializados na pesca do camarão também estão preocupados. Nesta época do ano, conhecida como defeso – ocasião em que os camarões se reproduzem –, não há pescaria. Se algo der errado neste período, eles terão prejuízo. "Uma das áeas atingidas pela mancha de óleo é uma área em que há exclusão de pesca, área protegida. Com certza com isso eles (camarões) vão sofrer muito. Se você na etapa de reprodução você causa problemas, certamente na retirada, na época de engorda você terá problemas tambem", afirmou Eduardo Hipólito do Rêgo, secretário de Meio Ambiente de São Sebastião.

No caso da área onde está uma fazenda de mexilhão, a contaminação é instantânea e irreversível. "O que é complicado ali é que o mexilhão é um filtrador e absorve muito essas impurezas. Então vamos ter que descartar toda a produção e limpar tudo para acabar o perigo", disse o engenheiro agrícola Evandro Figueiredo.

A Petrobras recolheu amostras de mexilhão para exame em laboratório. Conclusão que o pescador tem só de olhar. "A cor do galão (onde o mexilhão é cultivado) é azul e ficou preta por causa do petróleo. Perdemos tudo, mais de uma tonelada. Não tem o que fazer, é daqui para o lixo", assegurou Jaime Moreira da Silva Filho.

Outro lado
A Transpetro, subsidiária da Petrobras, informou no fim da manhã desta segunda-feira (8) que durante a madrugada concluiu a limpeza das três praias de Caraguatatuba que foram atingidas por pelotas de óleo em decorrência do vazamento de combustível marítimo do píer do Terminal Almirante Barroso (Tebar) em São Sebastião

Nesta tarde ficou decidido entre a Transpetro e a Cetesb a desmobilização dos recursos de contingência na região do píer e das praias, após sobrevoos realizados na manhã e na tarde desta segunda-feira, nos quais foi constatado que os trabalhos de limpeza foram bem sucedidos.

Em São Sebastião, a operação foi realizada nas praias Deserta, Pontal da Cruz, Ponta do Lavapés, Portal do Olaria, Praia das Cigarras e Ponta do Arpoador. Em Caraguatatuba, nas praias de Capricórnio, Massaguaçu e Cocanha.

Multas
Apesar da contenção, a Petrobras foi multada pela Cetesb em R$ 10 milhões por conta do vazamento na última sexta-feira (5). Segundo o órgão ambiental, a mancha de óleo atingiu 11 praias, dos municípios de São Sebastião e Caraguatatuba. A Cetesb informou ainda que vai oficializar a denúncia de crime ambiental ao Ministério Público Estadual.

A Prefeitura de São Sebastião também informou que vai multar a Petrobras inicialmente em cerca de R$ 50 mil, o que equivale a dez autuações de R$ 5 mil, por conta do vazamento e do prejuízo ocasionado por danos ao ecossistema costeiro, costão rochoso, vegetação, restinga, jundu, e mangue. De acordo com a administração municipal, o valor da autuação é o máximo que pode ser aplicado.

Fonte: G1 - Vale do Paraíba e região

CETESB multa Petrobras em R$ 10 milhões por causa do vazamento de óleo no Litoral Norte

Foto: Divulgação
A CETESB – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo multou a Petrobras S.A. em R$ 10 milhões, em consequência do vazamento de óleo no terminal marítimo da empresa em São Sebastião, ocorrido na última sexta-feira (05/04) e que atingiu 11 praias, dos municípios de São Sebastião e Caraguatatuba. A multa se baseia no Decreto 6.514/08, que regulamentou a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98).
O motivo da autuação foi o vazamento de óleo denso do tipo MF 380 (Marine Fuel 380), utilizado como combustível em navios. O acidente aconteceu por volta das 17h30 da sexta-feira, por falha operacional, durante o abastecimento de um navio no píer, junto ao terminal da Transpetro, subsidiária da Petrobras.
O óleo vazado no mar foi na direção norte do litoral paulista e atingiu as praias de Pontal da Cruz, Deserta, Cigarras, Arrastão, Ponta do Arpoador, Porto Grande e Prainha, no município de São Sebastião. Também chegou até as praias de Massaguaçu, Cocanha, Capricórnio e Mococa, no município de Caraguatatuba.
A CETESB, através de suas equipes da Agência Ambiental de São Sebastião e do setor especializado de Atendimento a Emergências, acompanha e orienta as ações emergenciais em torno do acidente desde a sexta-feira, incluindo monitoramento aéreo, terrestre e marítimo. Os técnicos da CETESB orientaram também os trabalhos de contenção e recuperação do óleo vazado, assim como vêm acompanhando as operações de limpeza das praias atingidas.
No total, cerca de 230 pessoas em terra e 70 no mar foram mobilizadas, além de 27 embarcações, utilizadas na instalação de barreiras absorventes e duas embarcações Egmopol para recuperação do óleo. Um helicóptero está sendo utilizado para sobrevoos de monitoramento.

Alteração da balneabilidade das praias:

Em decorrência do vazamento, ainda durante o fim de semana e hoje pela manhã, a CETESB alterou a classificação de balneabilidade das praias atingidas, registrando-as como Impróprias para o banho de mar, como pode ser verificado no Boletim de Balneabilidade disponibilizado no site da CETESB ( http://www.cetesb.sp.gov.br/Qualidade-da-Praia e http://www.cetesb.sp.gov.br/Qualidade-da-Praia/mapa).
São as seguintes as praias monitoradas pela CETESB e que devem ser evitadas pelos banhistas: em São Sebastião - Cigarras, Arrastão, Pontal da Cruz e Deserta; e em Caraguatatuba - Mococa, Cocanha, Massaguaçu e Capricórnio. A CETESB está ainda oficializando a denúncia do crime ambiental ao Ministério Público Estadual, para subsidiar eventuais ações de competência daquela instituição.

Fonte: CETESB

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Crianças participam de vivência ambiental no Parque das Cachoeiras em Ilhabela


Uma turma de alunos do Colégio ACEI, localizado no bairro Perequê, visitou na tarde desta terça-feira (2/4) o Parque Municipal das Cachoeiras, que fica na antiga usina da Cesp, na Água Branca, em Ilhabela. Com o acompanhamento dos monitores da Secretaria do Meio Ambiente, as crianças percorreram a trilha até o Viveiro Municipal “Aroeira”, que produz espécies nativas e ornamentais para paisagismo em áreas públicas do município.

A equipe mostrou como é a coleta e o beneficiamento das sementes, como adubar, combater as pragas, irrigar e plantar as espécies e outras atividades que fazem parte do dia a dia dos funcionários do viveiro. Atualmente, o Viveiro Aroeira conta com cerca de 15 mil mudas, dentre elas, espécies que estão ameaçadas de extinção como o jequitibá, cambucá, massaranduba e peroba. As mudas são doadas aos munícipes em ações de educação e conscientização ambiental.

Os munícipes que quiserem retirar uma muda no Viveiro podem se dirigir ao local onde receberá também orientações sobre o plantio e a manutenção da planta.
O Parque conta com área de piquenique e sanitários públicos. Os grupos que quiserem agendar visitas podem obter mais informações pelo telefone: (12) 3896-3757. O Parque Municipal das Cachoeiras fica na Rua José Bonifácio, s/nº, na Água Branca.

Fonte: Prefeitura de Ilhabela

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Estudantes visitam exposição Mata Atlântica


Durante esta semana, alunos das escolas municipais visitam a exposição “A Mata Atlântica é Aqui”, montada na Praça Candido Mota, no Centro, e vão conhecer um pouco mais sobre este ecossistema e sua biodiversidade.

Na praça foi montada uma maquete que reproduz um morro desmatado e outro preservado e o que acontece com cada um, durante o período de chuvas fortes. No primeiro, as consequências são o desmoronamento de encostas, alagamentos, assoreamento dos rios, entre outras. No segundo, as raízes das vegetações absorvem a água e a conduzem ao lençol freático, alimentando as nascentes. As explicações são dadas por biólogos monitores da Fundação SOS Mata Atlântica, organizadora do evento. 

Posteriormente, os visitantes são convidados a entrar no caminhão itinerante, no qual há várias apresentações de vídeos de curta duração sobre ecologia. No vídeo da Turma da Mônica, por exemplo, o personagem Cascão mostra a importância da água, sua utilização e formas de consumo sem desperdício. Já o do personagem Peixonauta conta como o aquecimento global prejudica a natureza e o habitat dos animais.

Durante as apresentações, monitores também fazem perguntas às crianças, incentivando o comportamento responsável em relação ao lixo, a água e ao consumo de energia elétrica. Ao final, ganham livrinhos, máscaras e joguinho de cartas sobre os animais em extinção.
A supervisora de projetos da secretaria de Educação, Marilene Mendonça Abel, disse que essas visitas monitoradas despertam para os problemas ambientais desde cedo. “Além disso, reforça e exemplifica questões sobre o meio ambiente trabalhadas pelos professores em sala de aula”, ressaltou.

Um dos biólogos monitores, Daniel Fuser, explica que a mostra já passou por cidades litorâneas no Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo. “Estamos encerrando as viagens nesse semestre em Caraguá. Nosso objetivo é mostrar a importância da Mata Atlântica e levar informações sobre questões ambientais como o lixo, energia elétrica e a água”, afirmou.

Mata Atlântica – A Mata Atlântica abrangia uma área equivalente a 1,315 milhão de km² e estendia-se, originalmente, ao longo de 17 Estados (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Alagoas, Sergipe, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí). Hoje restam 7,9% de remanescentes florestais (acima de 100 hectares) do que existia originalmente. Somados todos os fragmentos de floresta nativa acima de três hectares, restam atualmente apenas 11%.
A Fundação SOS Mata Atlântica é uma organização não governamental, fundada em 1986 e tem a missão de promover a conservação da diversidade biológica e cultural do Bioma da Mata Atlântica e ecossistemas sob sua influência. Mais informações pelo telefone da fundação (11) 3262-4088 ou pelos endereços www.sosma.org.br e itinerante@sosma.org.br.

Serviço
Exposição “A Mata Atlântica é Aqui”
Até domingo, 7 de abril
Praça Cândido Motta, Centro – Caraguá
Horário: 10h às 17h
Escolas
Terça (dia 2)
10h – Emei/Emef Profª Aída de Almeida Grazioli (Rio de Ouro)
14h – Emei/Emef Profª Maria Aparecida Ujio (Porto Novo)
15h – Emef Prof. João Benedito Marcondes (Barranco Alto)

Quarta (dia 3)
10h – Emef Profª Adolfina Leonor Soares dos Santos (Sumaré)
14h – Emef Prof. Alaor Xavier Junqueira (Travessão)
15h – Emef Massako Sone (Pegorelli)

Quinta (dia 4)
10h – Emef Dr. Carlos de Almeida Rodrigues (Indaiá) e Emef Prof. Jorge Passos (Jaraguazinho)
15h – Emef Profª Edna Maria Nogueira Ferraz (Perequê-Mirim), Emef Prof. Geraldo de Lima (Perequê-Mirim)

Sexta (dia 5)
10h – Emef Profª Antônia Ribeiro da Silva (Jardim Califórna)
14h – Emef Pedro João de Oliveira (Tabatinga)
15h – Emef Profª Maria Thereza de Souza Castro (Jetuba)

Fonte: Prefeitura de Caraguatatuba

V Rota Gastronômica do Cambuci



O Cambuci - bairro de São Paulo, batizado com o nome da fruta nativa da mata atlântica, sediou a abertura da 5 ª edição da Rota Gastronômica do Cambuci, nos dias 23 e 24 de março na praça Hélio Ansaldo, levando uma experiência saborosa ao público paulistano.

Alguns moradores do bairro já acompanham os festivais e elogiaram especialmente o nhoc ao molho de cambuci, especialidade de um restaurante do próprio bairro. Prova de que o cambuci vem agradando aos paladares mais exigentes. Outros, ainda não conheciam as deliciosas receitas feitas a partir do cambuci, como a geleia, o sorvete, o suco e a cachaça e se surpreenderam com seu gosto azedinho bem marcante.

Organizado pela Incubadora de Projetos Sociais Autofinanciados, da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania do Município de São Paulo e com o apoio da AHPCE, o festival reuniu produtores de cambuci das cidades de Salesópolis, Paraibuna, Rio Grande da Serra, Mogi das Cruzes, São Paulo (Parelheiros e bairro do Cambuci) e Santo André (Vila de Paranapiacaba), que mostraram uma grande variedade de doces, salgados e bebidas, além de artesanatos e mudas de cambucizeiros.

A Rota Gastronômica do Cambuci é uma estratégia de conservação do meio ambiente e geração de renda, aliando aspectos culturais, ambientais e turísticos, por meio do resgate do cultivo e do consumo desta fruta, cuja árvore, o cambucizeiro, está em vias de extinção. 

"Tenho 350 pés de cambuci em minha propriedade em Mogi das Cruzes e graças a Rota, eu posso conservar áreas de mata e obter renda com a venda dos produtos nos festivais" disse Alexandre, produtor de Mogi.

Partindo do bairro da capital paulista rumo ao interior, traçando um caminho que agrega festividades locais, a Rota irá transitar por todos os municípios integrantes.

Confira a programação
Mogi das Cruzes - 6 e 7 de abril | Paranapiacaba - 27 e 28 de abril
Rio Grande da Serra - 17, 18 e 19 de maio | Parelheiros - São Paulo - 8 e 9 de junho
Caraguatatuba - 14 de julho | Salesópolis - 25 e 26 de maio e 9, 10 e 11 de agosto
Paraibuna - 23, 24 e 25 de agosto | Santo Amaro - São Paulo - 21 e 22 de setembro

Fonte: AHPCE