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sábado, 2 de março de 2013

Conheça Nosso Litoral: Museu Náutico de Ilhabela


Foto: Divulgação Museu Náutico de Ilhabela
Inaugurado em 2010, o Museu Náutico de Ilhabela conta com um valioso acervo de objetos como cristais, porcelanas, faianças, talheres de prata, artefatos de bronze, entre outros, datados do século XVIII até meados do século passado. Possui ainda toda a história da escafandria, mergulho profissional e recreativo com várias peças em exposição, além de maquetes dos principais naufrágios ocorridos na região.

São mais de 1.500 peças de vários naufrágios, inclusive peças compradas de antigos caiçaras, que presenciaram os fatos e assim perpetuaram a história, e objetos originais obtidas em desmanches de navios.

Grande parte da história social da região se esconde por detrás destes naufrágios, que 
constituem testemunhos arqueológicos fundamentais para o correto entendimento da nossa realidade.

Infelizmente, vários destes naufrágios têm sido explorados indevidamente por curiosos que desprezam o verdadeiro sentido da arqueologia submarina. Descaracterizam o ambiente e impedem que outros possam conhecer este patrimônio, prejudicando assim a realização de estudos mais profundos.

A costa do arquipélago de Ilhabela é repleta de acidentes marítimos ocorridos desde seu descobrimento. E é por meio da conservação desse patrimônio que o museu procura contar a história da navegação através de sua exposição.

Foto: Divulgação Museu Náutico de Ilhabela
Um naufrágio, não termina no fundo do mar. Fica na memória, encalha em documentos e permanece para sempre na história. Desperta o interesse e a curiosidade das pessoas."É uma cápsula do tempo".

O Museu está buscando novas parcerias, junto à iniciativa privada e ao poder público para ampliar e dar continuidade aos seus projetos, e também estar sempre presente na história da navegação dentro de um patamar de excelência e qualidade. Todo este material, serve para estudos e preservação da história náutica de Ilhabela.

Como Visitar?

Museu Náutico de Ilhabela:
Endereço: Rua Dona Isa, 25, Itaguassú (esquina com Av. Almirante Tamandaré)
Site: www.museunauticoilhabela.com.br
E- mail:museuilhabela@terra.com.br
Telelfone: (12) 3896-3840
Horário de Funcionamento: Diariamente, das 13h às 18h.
* Dados retirados do Site Museu Náutico de Ilhabela
TURISMO
Rede ManacÁ
Valorizando nosso litoral
Por: Diego Cardoso

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

4º Ecoverão promove trilhas e mutirões nas praias de Caraguá

Foto: Divulgação PESM - Núcleo Caraguatatuba
As atividades da quarta temporada do Ecoverão Caraguá continuam a todo vapor nesta semana. O projeto, que tem o objetivo de conscientizar a população e os visitantes sobre a importância de preservar o meio ambiente, oferece trilhas, atividades esportivas e mutirões nas praias.

As inscrições para as trilhas podem ser feitas na secretaria de Turismo, das 8h às 17h. Não é preciso nenhuma documentação, basta dar o nome. Os interessados devem ficar atentos à programação para fazer a inscrição antecipadamente. O próximo passeio será para o Parque Estadual da Serra do Mar, dia 24, e no Morro de Santo Antônio, dia 31. Mais informações: (12) 3897-7910

O Ecoverão é um programa de educação ambiental organizado pelo Governo Municipal, por meio das secretarias de Meio ambiente, Turismo e Esportes.
Fique por dentro da programação

Janeiro

Dia 17 - das 9h às 14h, trilha (Pedra do Jacaré)
Dia 19 - das 10h às 14h - Mutirão nas praias Palmeiras / Centro
Dia 20 – das 9h às 14h, trilha aquática (Praia da Cocanha)
e das 10h às 14h - Mutirão nas praias Cocanha / Mococa
Dia 24 – das 9h às 14h, trilha (Parque Estadual da Serra do Mar)
Dia 26 - das 10h às 14h - Mutirão nas praias Prainha/ Martin de Sá / Indaiá
Dia 27 - das 10h às 14h - Mutirão nas praias Palmeiras / Centro
e a partir das 10h - Prova Natatória (Praia da Cocanha)

Fevereiro

Dia 10 – das 10h às 14h - Mutirão nas praias Prainha / Martin de Sá / Indaiá
Dia 11 – das 10h às 14h - Mutirão nas praias Palmeiras / Centro
Dia 12 – das 10h às 14h - Mutirão nas praias Mococa / Tabatinga / Cocanha

Fonte: Prefeitura de Caraguatatuba

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Conheça nosso Litoral: As Cachoeiras de Ilhabela

Mata Atlântica preservada pelo Parque Estadual
de Ilhabela 
Foto: Divulgação Fundação Florestal 
Ilhabela está localizada na ilha de São Sebastião que foi batizada pelo navegador Américo Vespúcio em expedição pela costa brasileira no ano de 1502 como homenagem ao santo do dia. É o município menos populoso do Litoral Norte com cerca de 28 mil habitantes. Seu acesso principal é pela balsa que faz a travessia entre São Sebastião e a Ilha.
Um ponto que chama bastante atenção é a Mata Atlântica, preservada pelo Parque Estadual de Ilhabela. Ao todo mais de 80% do município é área de preservação. E é nesse patrimônio natural que se encontram as mais belas cachoeiras da ilha.

Cachoeira da Água Branca

Antigamente a imensa queda d'água, com mais de 65 m de altura, já moveu a turbina da antiga usina hidrelétrica que gerava toda a energia da Ilha. Hoje, após ter seu curso de água represado por uma barragem de pedras, entre a nascente do rio e a cachoeira, pouco se pode ver da cachoeira que ali existia.



Onde está: a uma altitude de 250 mts do nível do mar, com lugares para descanso e lazer.


Como chegar: caminho de acesso fácil, com 05 trilhas para diferentes cachoeiras, com 2.500 mts de comprimento, aproximadamente 2 horas de caminhada.

Cachoeira do Gato
A cachoeira do Gato é a maior de Ilhabela
Foto: Divulgação Fundação Florestal

A cachoeira do Gato é a maior de Ilhabela, com cerca de 80 m de altura. A água escorre de um paredão rochoso quase vertical, e numa segunda queda, de cerca de 15 metros, cai reta sobre um grande poço. Para chegar a essa cachoeira, há uma trilha que sai da ponta esquerda da praia de Castelhanos, e leva aproximadamente 25 minutos para ser percorrida. O local é grandioso, sem paralelo em todo o litoral de São Paulo. A cachoeira é tão grande que, mesmo localizada no meio da mata fechada, pode ser vista do mar, pelos barcos que passam na baía de Castelhanos. A força da água, que desce do alto do paredão rochoso, é enorme. Um banho debaixo dessa gigantesca ducha é uma experiência inesquecível. Abaixo da queda principal há pelo menos outras cinco pequenas quedas, com poços de águas cristalinas, excelentes para um mergulho. 

Onde está: no lado leste da Ilha, a meia altura nas montanhas que cercam a baía de Castelhanos. 



Como chegar: a trilha começa na extremidade esquerda da praia de Castelhanos, desvenda-se no meio da mata uma queda d'água de aproximadamente 40 mts de altura, após aproximadamente 1:20 hora de caminhada


Cachoeira da Laje

Um dos mais belos locais da Ilha, a cachoeira da Laje reúne vários poços de águas limpíssimas e um escorregador com cerca de 30 m de comprimento. Ela fica ao sul da Ilha, na trilha que liga a ponta da Sepituba (último local ao sul da Ilha onde é possível chegar de carro) à praia do Bonete (maior e mais tradicional comunidade caiçara da região). Do ponto onde é necessário estacionar o carro, são cerca de 40 minutos de caminhada pela floresta. Uma seqüência de poços vai descendo a montanha, até que o rio acaba desaguando no mar. Na direção oposta, para o alto da montanha, também há vários poços e quedas d'água que merecem ser explorados. A trilha passa dentro do Ribeirão da Lage, não há como errar. Atravessando o rio há uma pequena picada à direita, que leva para a queda principal e o grande escorregador. 

Onde está: no sul da Ilha, na trilha que une a Ponta da Sepituba à praia do Bonete, toma-se um caminho de aproximadamente 04 km. 


Como chegar: siga com o carro para o Sul, até o final da estrada; daí siga pela trilha, numa caminhada de aproximadamente 1:20 hora; não é necessário a companhia de guias.

Cachoeira da Toca

A cachoeira da Toca é a mais conhecida de Ilhabela. Tem uma ducha forte, com cerca de 3 m de altura, e um grande escorregador "o maior da Ilha" com cerca de 50 m de extensão. A Toca, que dá nome ao local, é uma grande gruta ao lado da qual a cachoeira cai. O rio passa por dentro da gruta, desembocando num pequeno escorregador. O local era sede de um antigo engenho de cana de açúcar, que produzia uma das melhores marcas de aguardente da região. 



Onde fica: Localizada no caminho para Praia de Castelhanos, propriedade particular com várias quedas d'água e poços e um poço semi coberto por uma enorme pedra, intitulando o nome do lugar, fácil acesso, duração de 20 min. de caminhada.


Cachoeira dos Três Tombos

Cachoeira dos Três Tombos - Foto Divulgação

Essas três quedas são das mais fáceis de serem alcançadas é possível estacionar o carro a poucos metros. É uma das mais agradáveis para banhos da Ilha. A primeira queda, já recebe o visitante com uma forte ducha, com mais de cinco metros de altura, e um poço profundo, com cerca de 100m2. As duas quedas mais ao alto são alcançadas por uma trilha com um total de 400 m de extensão. A segunda queda é pequena, e dá acesso à laje por onde escorre a água que alimenta a primeira ducha.As pedras escorregadias tornam esse local extremamente perigoso. A terceira é a maior das três quedas.Um paredão rochoso de mais de 20 m de altura, de onde a água despenca com bastante força, caindo diretamente sobre as pedras. 

* Dados baseados no site: Ilhabela SP
TURISMO
Rede ManacÁ
Valorizando nosso litoral
Por: Diego Cardoso

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Ilhabela participa do 9º Encontro Brasileiro de Ecoturismo e Turismo de Aventura no fim do mês


Representantes das secretarias de Turismo e Fomento e de Esporte, Lazer e Recreação da Prefeitura de Ilhabela, participam do 9º Encontro Brasileiro de Ecoturismo e Turismo de Aventura – Abeta Summit 2012, que será realizado entre os dias 29 e 31 de outubro, na cidade de Socorro (SP). O tema do evento este ano é “Atuando em rede: compartilhar ideias para multiplicar negócios”.

O município de Socorro é um reconhecido destino de ecoturismo e turismo de aventura no Brasil. A feira tem como objetivo ampliar o número de pessoas que curtem a vida ao ar-livre, divulgando os destinos de aventura para os novos turistas potenciais.

Por isso, de acordo com a Secretaria de Turismo e Fomento, a presença de Ilhabela é de extrema importância e mostra a preocupação da nossa cidade em se preparar para receber estes turistas e amantes da aventura, bem como realizar as atividades de forma segura e prazerosa, utilizando os equipamentos corretos e conhecendo os segredos das atividades outdoor.

A Abeta Summit tem um importante papel no sentido de divulgar e de mostrar para o grande público as opções de aventura e ecoturismo do país, reunindo as empresas do setor e ajudando a organizar otrade de turismo.

Fonte: Prefeitura de Ilhabela

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Pouco turismo ameaça conservação

Por ano, 10 milhões visitam Great Smoky Mountais - Reprodução
Reprodução
Por ano, 10 milhões visitam Great Smoky Mountais
Para especialista americano, baixa visitação aos parques nacionais é um 'mau presságio'

O baixo índice de visitantes nos parques nacionais ajuda a explicar a falta de engajamento para a implantação de unidades de conservação no País.
É uma das constatações que o norte-americano James Barborak, especialista da Universidade do Colorado, pretende apresentar hoje em sua palestra no 7.º Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC), em Natal.
Segundo levantamento feito pelo Ministério do Turismo em 2011, os 31 parques nacionais abertos ao público receberam 4 milhões de visitantes em 2009 - nos EUA, apenas um, o Great Smoky Mountains National Park, recebe anualmente cerca de 10 milhões.
"São só alguns milhões de visitantes por ano, em um país com quase 200 milhões de habitantes. Isso não é um bom presságio para aumentar o apoio do público e dos tomadores de decisão para a necessidade de conservação", diz Barborak, que dirige o Centro de Treinamento e Manejo de Áreas Protegidas da Universidade do Colorado. "É preciso melhorar a infraestrutura de acesso com trilhas, locais de observação e áreas de piquenique, com a ajuda da comunidade e de parcerias público-privadas."
Para Barborak, o turismo é a melhor forma de angariar apoio à causa, mas não pode servir como forma de financiamento, mesmo nos próprios parques. "Até nos EUA as taxas de turismo cobrem apenas 10% do total da verba para os parques nacionais", afirma.
Ele defende um amplo sistema nacional de conservação, com ações integradas de todas as esferas do governo, para que haja verbas estáveis. "As perspectivas a longo prazo para qualquer sistema de áreas protegidas dependem em grande parte de se ter estratégias econômicas sustentáveis, e múltiplas formas de financiamento", afirma. 
Fonte: Estadão